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Lançamento de 'Uma história natural e cabralina: a dialética do vivente na poesia de João Cabral de Melo Neto', na Patuscada, em 5/11/2022

Em 5 de novembro de 2022, já sob o governo Lula , haverá o lançamento de Uma história natural e cabralina: a dialética do vivente na poesia de João Cabral de Melo Neto , de Eliakim Ferreira Oliveira. O evento ocorrerá na Patuscada Café & Livraria, R. Luís Murat, 40, Pinheiros, São Paulo. 

'Enciclopédia de História Natural', livro inédito de Eliakim Ferreira Oliveira, está entre os 13 finalistas do Prêmio Nascente USP

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Caras e caros, anunciamos com alegria que o livro de contos Enciclopédia de História Natural, inédito de Eliakim Ferreira Oliveira, está entre os 13 finalistas do Prêmio Nascente USP. Foram 362 trabalhos inscritos na Categoria Texto. Haverá um Sarau Literário no dia 17 de outubro (segunda-feira) às 18h. O evento acontecerá presencialmente no Anfiteatro Camargo Guarnieri, da USP. Todos estão convidados. Para saber mais, acesse o link:  https://prceu.usp.br/nascente/finalistas-de-texto-29o-nascente/

Capa de 'Uma história natural e cabralina: a dialética do vivente na poesia de João Cabral de Melo Neto', próximo livro de Eliakim Ferreira Oliveira, em pré-venda

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Capa de Uma história natural e cabralina: a dialética do vivente na poesia de João Cabral de Melo Neto , próximo livro de Eliakim Ferreira Oliveira, em pré-venda (R$ 35,00). Entrar em contato com o autor através do e-mail eliakim.oliveiras@gmail.com.  Uma leitura da poesia de João Cabral à luz da filosofia da natureza de Schelling. 

'Canteiro de obras' e 'Contrata-se cronista, paga-se bem' na Bienal do Livro 2022

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Caras e caros, no dia 7/7, a partir da manhã, Canteiro de obras e Contrata-se cronista, paga-se bem  serão vendidos na Bienal do Livro, no estante da Editora Versos em Cantos. Expo Center Norte, São Paulo. Apareçam lá.

Comentário do poeta Benedito Bergamo, autor de 'Cadáver Crônico', a 'Uma mesa de tamanho normal e outros contos do tamanho do bilhete do suicida'

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O lhando mais demoradamente entre os espaços e a ordem que espera um acontecimento na diagramação e posição de cada palavra  na página impressa, percebo que a  forma  da prosa criada  permite a poesia  que surge ou que conduz os  movimentos.  Penso isso por conta de:  “ ...O homem era só perplexidade... Outra trovejada e começa o toró... A luz apaga e acende... Mais raios e trovões... Entra água pela vidraça... O homem está vermelho, apoplético” (p.16) Uma intenção de descrição de cenas por versos  poéticos curtos ou simplesmente a  utilização  de frases curtas   para retratar um cenário por partes   numa sequência de movimento?  As  narrativas que constroem uma atmosfera poética não são atributos de todos os contos.  Outro é o  “Coração  fora do peito” (p.72/73), pois, a partir de “ Ó Deus, onde está Madalena?", segue um poema em prosa (minha leitura) até o fim. “Acima da página” p. 85 –...

Resenha à 'Interpretação de Muitos Mundos' (Ed. Versos em Cantos), de Juan Castro, no prelo

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Interpretação de Muitos Mundos , de Juan Castro, é um livro cósmico. O leitor (criatura desconfiada) me acusará de tê-lo lido não por dentro, mas pela superfície: se há “mundo” no título, o resenhista, preguiçoso como é, trata de encontrar o equivalente grego do termo, para dar ares de erudição. Não se precipite, leitor. Uso o termo cósmico, aqui, com um sentido preciso: contra-subjetivo, ao revés do eu, anti-fichtiano (me perdoe pelo inevitável rompante filosófico). Para Fichte, se o leitor resolver ser filósofo, que não faça concessões ao “mundo” (que faça, na verdade, o contrário do conselho de Kafka: “entre você e o mundo”, Fichte diria, “prefira você” — ou, para ser mais exato: prefira o “eu”). O mundo, para o filósofo, não existe em absoluto: o mundo, que aí está, que é um dado, aquele que os gregos chamavam empiria, é nulo. Não há, em nenhum sentido forte da palavra “mundo”, base e fundamento. A filosofia é, pelo contrário, a própria negação dessa palavra: o encontro consigo mes...

Arcádia, n. 7

  Divulgo o mais recente número da Arcádia , Revista de Literatura e Crítica Literária do curso de Estudos Literários do Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP. Contribuí com os seguintes poemas (página 8): "I. Dicionário ('O lápis (II)', 'O caixão')" e "II. Diagnóstico ('Reflexões sobre a cifose', 'Bula presidencial (Mors nuntium)')". Confira: https://arcadiarevista.files.wordpress.com/2021/12/arcadia-no7.-2021-2.pdf