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Mostrando postagens com o rótulo Poesia

Capa de 'Uma história natural e cabralina: a dialética do vivente na poesia de João Cabral de Melo Neto', próximo livro de Eliakim Ferreira Oliveira, em pré-venda

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Capa de Uma história natural e cabralina: a dialética do vivente na poesia de João Cabral de Melo Neto , próximo livro de Eliakim Ferreira Oliveira, em pré-venda (R$ 35,00). Entrar em contato com o autor através do e-mail eliakim.oliveiras@gmail.com.  Uma leitura da poesia de João Cabral à luz da filosofia da natureza de Schelling. 

'Canteiro de obras' e 'Contrata-se cronista, paga-se bem' na Bienal do Livro 2022

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Caras e caros, no dia 7/7, a partir da manhã, Canteiro de obras e Contrata-se cronista, paga-se bem  serão vendidos na Bienal do Livro, no estante da Editora Versos em Cantos. Expo Center Norte, São Paulo. Apareçam lá.

Arcádia, n. 7

  Divulgo o mais recente número da Arcádia , Revista de Literatura e Crítica Literária do curso de Estudos Literários do Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP. Contribuí com os seguintes poemas (página 8): "I. Dicionário ('O lápis (II)', 'O caixão')" e "II. Diagnóstico ('Reflexões sobre a cifose', 'Bula presidencial (Mors nuntium)')". Confira: https://arcadiarevista.files.wordpress.com/2021/12/arcadia-no7.-2021-2.pdf

Os livros de Eliakim Ferreira Oliveira

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  Canteiro de obras (poesia), Uma mesa de tamanho normal (contos) e Contrata-se cronista, paga-se bem; crônicas contos e desenhos prontos para os envios. Quem quiser adquirir exemplares desses livros, entre em contato com o autor, através das redes sociais ou do e-mail eliakim.oliveiras@gmail.com . Já o Polióptico , que há pouco fez aniversário, pode ser comprado em diversas lojas (Americanas, Casas Bahia, Ponto Frio, Estante Virtual, Um Livro...)

Entrevista para o Canal Clóe, em 10 de setembro de 2021

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  Não perca! Link do canal:  https://www.youtube.com/c/Cl%C3%B3ecanaldepoesia

Editora Versos em Cantos entrevista: Eliakim Ferreira Oliveira

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A entrevista pode ser vista no YouTube, através do seguinte link: https://www.youtube.com/watch?v=qKK2TyJJ0GQ

Segunda versão de 'Canteiro de obras', disponível para venda

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  Pode ser adquirido diretamente comigo (eliakim.oliveiras@gmail.com) ou através do site site da editora:   https://versosemcantos.minhalojanouol.com.br/produto/349692/canteiro-de-obras-eliakim-ferreira-oliveira

2ª Edição de 'Canteiro de obras'

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  Caras e caros, É com bastante alegria que anuncio a segunda edição de 'Canteiro de obras'. A primeira edição, para minha grata surpresa, fez sucesso e, em menos de um ano, pediu uma segunda. Agradeço à excelente editora Versos em Cantos, que tem feito um bem danado à literatura: ela valoriza, como deve ser valorizado, o trabalho da escritora e do escritor. Também agradeço a todos aqueles que se interessaram pelo livro, as leitoras e os leitores, sem os quais nada disso existiria. Sigamos na escritura, na manufatura, na invenção. O resto é silêncio. Dia 23, haverá uma entrevista em que falarei sobre ele e outros.

Resenha-poema a 'Uma mesa de tamanho normal', por Renato Gonda

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  — Quem? — Ele ali! O Eliakim.. — Ele tá escrevendo de novo, né? Aposto que tá. Ele não para! — E o que é agora? Desta vez é o quê? — Não sei. Poesia, crônica, conto. Quando souber te conto! — Ah, Eli Eli! Por que te magias e te palavras tanto? — Quem, eu? — É você aqui, Akim? Nem te reconheci assim! — É que tô disfarçado de ferreiro no meio dessas oliveiras... — Mas me conta então aquela história, conta vai? — Qual? A do messias ou a da puta? — Podem ser as duas?   (ou)   ELIeli — venhAKIM QeuJÁteLI &queroTILÊdNOVO... me(RE)contAQUEListória qJÁesqueci OUaquelaOUTRA qNEMseiSEjáouvi! OqSEI   (&issoEUseiSIM) ÉqNOfinal vaiSERumSUSTO &UMAsurpresa: JÁcabôJÁ? NUMtem+nada dBAIXOdaMESA?   _________________________________   Parabéns, Eliakim.   06.04.21

4 poemas de 'Canteiro de obras' (Versos em Cantos, 2020)

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  Prefácio                         APOESIA   § 1 .                    Uma poesia sem poesia, chã: que faz cair na terra o nume, que torne o nome um nada: mate toda palavra, inative qualquer verbo: seja silêncio, muda como é muda a terra, morta e feia como o bramido, e asfixiada como lama.   § 2 .                    Se leva o único nome que sobeja — poesia —, é porque pó, não suspenso, imune ao vento: não aguenta o próprio peso — pó de construção civil que pese mais que um prumo, mas sem aprumar nem aprumar-se. Pó que, peso morto, entorte um prédio, um viaduto, asfixie o bronquítico leitor que se o põe a ler. Método    ...

5 poemas de 'Polióptico' (Córrego, 2019)

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  INVESTIGAÇÕES DO OLHAR   [...] nunca me vi ultrapassar os limites da luz natural nem muito menos os da metafísica. Francisco Suárez, Disputações metafísicas   Aqui não se investiga à luz de lupa, como quem sai em busca de um pelo de urtiga ou do olho de um inseto. Se se mune de pedaço de vidro, não é para ver de que é feita a coisa, mas como é a coisa fora do ver. Explico: num piscar de olhos, como que fica à vista um vestígio, como uma sola suja de terra, marca pela qual se nota, num gesto semafórico, o pisão que se deu. Pode o olho seguir a pista, perseguir o rasto, correr até o risco de gravar um rosto. Pois que feche um olho, mesmo que reste, em algum lugar, talvez no cristalino, aquele pouco de luz, um vestígio que só se vê piscando. Pois fica assim, a esmo, seguindo a própria pista: o rosto do assassino no olho de uma vítima.   Para investigar assim, só se fazendo as investigações do ol...